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sábado, 6 de fevereiro de 2010

A Bela e o Paparazzo - Parte II

Já fui ver, e AMEI!!
Mais um grande filme de António-Pedro Vasconcelos, uma comédia romântica e principalmente em Português, há muito que não via nenhuma na nossa língua. Com um argumento bastante elaborado e inteligente que faz sem dúvida pensar sobre o amor, sobre a vida, sobre a amizade, mas também sobre o nosso divertimento. Fez-me mais uma vez,  perceber que a vida é curta, e que estamos cá por passagem. O filme fala-nos que nem tudo se resume a dinheiro, mas sim a estarmos juntos de quem nos rodeia e amamos. 

Bem com o elenco composto por Marco D’Almeida, Soraia Chaves, Pedro Laginha, Maria João Falcão, Ivo Canelas, Nuno Markl, Nicolau Breyner, entre outros...


 Dentro desde mesmo filme acontecem inúmeras peripécias como a história da gordinha, a dos pinguins, a mulher com 13 homens, a revolução no prédio, o terça-feira que é tão fofo e ainda a história da rapariga na rua que deixou o bilhete de tu fazes-me rir, mas ele faz-me chorar.
E eis a questão porque é que as mulheres lutam pelos homens que as fazem chorar e não por aqueles que as fazem rir? (fica para pensar)

Andei a cantarolar esta semana a música do filme tem pelo nome de "Tudo por um Beijo" de Jorge Palma, por isso eu não sei bem quem tu és, sei que gosto dos teus pés!!




Deixo aqui uma pequena sinopse do filme.

Mariana, uma jovem vedeta da nossa televisão, está muito perto de um colapso nervoso. As filmagens não estão a correr bem, a sua popularidade na novela está a descer mas todos os  passos da sua vida privada continuam a ser matéria de capas de revistas "cor-de-rosa". E há uma culpada por esta total ausência de privacidade: Gabriela Santos, a mais temível paparazzo de Lisboa, a pessoa que sabe sempre onde ela está e que consegue as fotos mais comprometedoras. Gabriela Santos é o nome artístico de João, o paparazzo que é contratado para perseguir Mariana dia e noite, captando a sua vida diária e fazendo dela uma presença habitual nas capas das revistas sociais sem que a sua presença alguma vez seja detectada. Até ao dia em que se conhecem de forma fortuita. A partir desse momento, nasce uma relação amorosa no qual o fotografo terá que fazer todo os impossíveis para que  Mariana não descubra a sua verdadeira identidade, ao mesmo tempo que tenta lidar com a excentricidade dos dois amigos com quem partilha o apartamento e com o facto de se ver agora como alvo das mesmas revistas para as quais trabalha.


Dou em conselho!
Vão ver, vale mesmo a pena!!


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