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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Orgulho

Não costumo ser tão muito lamechas quanto a estas coisas, mas esta semana tive a oportunidade de estar com a minha afilhada a B. e por mais uma vez senti o orgulho de ser a madinha (como ela própria diz, mesmo já falando lindamente há muito tempo). Ela cresceu, está grande, forte, saudável, bonita, carinhosa, meiga, entre outras qualidades (mas como é óbvio sou suspeita) no último Agosto (sendo o seu mês de aniversário) a minha B. completou 6 anos, é verdade 6 anos, ainda me lembro como se fosse hoje, o seu nascimento e o pedido da mãe a pedir-me para ser sua madrinha. Noto de como o tempo passou rápido, e foi prá escola este ano lectivo, antes disso ela já escrevia, e teclava no computador, coisas que hoje em dia as crianças já sabem mexer, mas nunca deixamos com que vivesse a liberdade de ser uma criança aberta, de mexer na terra, na água, de brincar principalmente, não pretendemos que seja mais uma daquelas crianças agarradas há playstation já com 3 ou 4 anos, dá dó ver, sinto-me inútil como já assisti, porque perdem os melhores anos da inocência, do poder de brincar de cair e magoar o joelho. Hoje olho para algumas partes do meu corpo (as pernas principalmente) e orgulho-me das minhas quedas e cicatrizes que tenho, lembro-me de ter caído três vezes no mesmo sitio na casa dos meus avós, é o que faz pensar que vou cair e depois cai-se! Lol
Mas este post não vai ser dedicado às minhas quedas e há minha inocência, orgulhei-me vê-la já escrever, a definir a sua letra, os seus conhecimentos, a fazer os desenhos, a alegria de mostrar as coisas que está a aprender acreditem que até as lágrimas me vieram aos olhos (a sério, ando sentimental, mas isso falarei no seguinte post). Para além de ver algumas características que eu tenho juntamente com a tia a D., somos as únicas canhotas (eu e a B.) até agora na família, temos sempre a resposta na ponta da língua, nada fica por dizer, fora a inteligência de saber dar a volta por cima e conseguirmos sempre o que queremos, até comigo ela já tem essa capacidade, eu que odeio, e peço desculpa a quem gosta, a Hello Kitty, já ela adora, quer tudo dela, e vi-me para este Natal, a oferecer-lhe coisas delas, mas não fui para a parte de brinquedos, este ano é pela roupa! Mas pronto cedi!! E por ela cederei sempre, pelo seu esforço, carinho, simplicidade, e por ser a minha afilhada (que anda sempre a perguntar quando me caso para levar as alianças). Bem por agora ficamos por aqui, a ela dentro do meu alcance terá sempre tudo do melhor e do bom, porque afinal, os padrinhos e as madrinhas não servem só para dizer que têm afilhados, como eu aprendi, nós servimos para auxiliar na ausência dos pais, mas com pais ou sem pais estarei sempre lá, porque a amo, e não troco por nada um sorriso ou abraço dela!

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