Se eu soubesse escrever-te assim de leve, por entre os pensamentos que me tolhem os sentidos, traduzia palavras toscas, rudes e cinzentas em sentimentos que se assomam à lembrança de gritantes de mil cores, esculpidos com a arte imperfeita de que ama...
Tudo parecia perfeito na inconsciência tola do sentir, tudo me consumia a alma na incansável voracidade de viver, enfim tudo pareceu, quando, docemente adormecia em ti, mas a tua realidade acordou-me!
sábado, 9 de janeiro de 2010
Escrever-te
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